PEÇAMOS UM ANO MARIANO PARA 2012
O Ano Mariano em 2012 seria uma grande oportunidade de reavivar a devoção a nossa Mãe Santíssima no coração dos católicos e propagar a prática da Consagração Total a Ela, como é ensinado pelo próprio São Luis de Montfort.
Caríssimos irmãos diante da situação dramática na qual se encontra o nosso mundo; tendo diante de nossos olhos o aumento da iniquidade, o avanço do mal, a destruição dos valores, a perca da fé e o esfriamento da caridade, somos impelidos a perguntar: Até quando isso continuará? O que podemos fazer para que tudo isso mude? Para que o mal seja superado e o amor volte a prevalecer? O que fazer para que Jesus seja mais conhecido, amado e adorado por todos?
Um novo Ano Mariano comemorando, em 2012-2013, recordando os 25 anos do último ano mariano proclamado pelo servo de Deus o Papa João Paulo II e comemorando os 300 anos do “Tratado da Verdadeira Devoção à Santíssima Virgem” de São Luis Maria Montfort, seria um verdadeiro tempo de graça para a Santa Igreja de Deus.
Seria uma forma muito prática de responder aos apelos que a Virgem Santíssima fez em Fátima (1917): “Deus quer estabelecer no mundo a Devoção ao Meu Coração Imaculado. (…) Se fizerdes o que vos digo, muitas almas se salvarão e terão paz.”
Pois como diz o próprio São Luis, “foi por intermédio da Santíssima Virgem Maria que Jesus Cristo veio ao mundo, e é também por meio Dela que Ele deve reinar no mundo!"
"Por Ela Jesus Cristo vem a nós, e por Ela devemos ir a Ele.”
Em meio a esta batalha espiritual O Senhor mesmo estabeleceu sua estratégia para esmagar a cabeça do inimigo, neutralizar a ação do mal e estender seu reinado nos corações. Ele nos deu uma mãe! O próprio Jesus consagrou a Igreja aos cuidados de sua mãe Santíssima (“Eis aí a tua mãe”, Jo 25,19), colocando-nos sob sua autoridade, fazendo de nós seus filhos na ordem da Graça, estendendo sua maternidade espiritual sobre todos os corações para que ela nos ensinasse a amar a Deus em verdade levando-nos a fazer tudo quanto Jesus mandou.
Em Fátima (1917) a Santíssima Virgem nos recordou a vontade de Deus e sua estratégia para vencer o inimigo em meio a esta guerra espiritual; Ela nos disse: “Meu filho quer estabelecer ao mundo a devoção ao meu Imaculado Coração”. Eis o remédio para os nossos tempos! Uma verdadeira devoção a Santíssima Virgem. Uma devoção que nos coloque em seu colo, ou melhor, na escola de seu Imaculado Coração, onde devemos aprender o verdadeiro amor a Deus, tornando-nos cristãos autênticos, santos, a altura dos tempos difíceis em que vivemos. O mundo precisa de santos… e Deus determinou que estes fossem formados na escola do Imaculado Coração de sua Mãe Santíssima.
Jesus quer que se estabeleça no mundo a devoção ao coração de sua Mãe Santíssima. Como fazer?
Em 2012, o “Tratado da Verdadeira devoção à Santíssima Virgem” escrito por São Luís Grignion de Montfort completará 300 anos, dando – nos uma singular oportunidade para difundir a devoção ali tão sublimemente ensinada. A concretização deste desejo do coração de Jesus expresso por Nossa Senhora em Fátima, tomará grande impulso, se conseguíssemos junto Santo Padre a graça de um ano Mariano de 2012 a 2013.
Pois a exemplo do que aconteceu no ano sacerdotal, toda Igreja se voltaria para meditar na pessoa e na missão da Santíssima Virgem, tal como apresenta o padre de Montfort que por sua vez, poderia ser apresentado como exemplo de devoção a Santíssima Virgem, e por isso mesmo, de amor a Jesus Cristo.
Irmãos, peçamos ao Santo Padre a Graça de um Ano Mariano em 2012 para que venha ao mundo o esperado Triunfo do Imaculado Coração de Maria e consequentemente o reinado de Jesus em cada coração. Falemos com todos para que enviem cartas ao Santo Padre, o Papa, bem como para os cardeais; com os nossos bispos, padres, comunidades, associações e movimentos, pedindo a estes que façam o mesmo, ou seja, que envie ao Santo Padre e aos Cardeais um pedido para que em 2012 – 2013 sejam decretado Ano Mariano. 
Maria e os Muçulmanos

Há 374 milhões de muçulmanos no mundo. Estes seguidores de Maomé acreditam em Deus, mas não acreditam em Cristo como o Filho de Deus. Para eles, Nosso Senhor foi apenas um profeta anunciando Maomé, como nós cremos que Isaías foi apenas um profeta anunciando Nosso Senhor. Para um muçulmano, tornar-se cristão é como um cristão tornar-se judeu. Por esta razão, a conversão dos muçulmanos é muito lenta e extremamente difícil.

Nós temos uma teoria sobre a conversão deles, é a de que as Revelações de Nossa Senhora em Fátima prenuncia a conversão dos muçulmanos - Eis a evidência:
1) Os muçulmanos têm uma grande devoção à Bem-aventurada Mãe. Assim o Corão, que é a Bíblia dos muçulmanos, a expressa: “Ó Maria, Vós fostes escolhida, purificada e eleita sobre todas as mulheres do mundo”. Eles creem tanto em sua Imaculada Conceição quanto no Nascimento Virginal. Ela é a verdadeira Senhora SAYYIDH do Paraíso. As mulheres iranianas gostam de ter uma imagem dela em suas casas.
2) Maomé teve uma filha, Fátima, a quem ele amava intensamente. Antes de sua morte, Maomé escreveu-lhe estas linhas: “Tu serás a mais abençoada senhora SAYYIDH de todas as mulheres no Paraíso, depois de Maria”.

Eu acredito que a Bem-aventurada Virgem escolheu ser conhecida como Nossa Senhora de Fátima como penhor e sinal de esperança para o povo muçulmano, e como uma garantia de que eles, que lhe mostram tanto respeito, aceitarão um dia seu Divino Filho. Isto explica porque ela escolheu a vila de Fátima.
Uma última evidência da relação de Fátima com os muçulmanos é a recepção entusiástica que os muçulmanos, na África, Índia e alhures, deram à imagem peregrina de Nossa Senhora de Fátima.
 Muçulmanos assistiram cerimônias religiosas em honra de Nossa Senhora de Fátima; eles permitiram procissões religiosas e até mesmo orações na frente de mesquitas. Em Moçambique, os muçulmanos (que têm sido “in-conversíveis”) começaram a se tornar cristãos assim que a Imagem de Nossa Senhora de Fátima foi erigida.
Missionários no futuro verão mais e mais que seu apostolado entre os muçulmanos será bem sucedido na medida em que eles lhes dão Nossa Senhora de Fátima.
Maria é o advento de Cristo. Ela trouxe Cristo ao povo antes que Cristo nascesse, assim como levou o Cristo não-nascido a Isabel.
Possam nossos missionários nos países muçulmanos mais e mais enxergar que se eles aumentam a devoção muçulmana a Maria, ela os conduzirá ao seu Divino Filho. Nós não podemos levar-lhes a Cristo, mas ela pode. A Jesus por Maria... esta é a chave que pode abrir os olhos dos muçulmanos para a plenitude da revelação de Deus em quem eles já acreditam.
A RÚSSIA NÃO FOI CONSAGRADA !!!
A consagração da Rússia ainda não foi feita como Nossa Senhora solicitou! Irmã Lucia declarou: “A RÚSSIA NÃO ESTA AINDA ADEQUADAMENTE CONSAGRADA”
 O especifico pedido de N. Senhora de Fátima, feito diretamente a Irma Lucia em 1929, 12 anos apos sua primeira revelação, era de que a Rússia fosse consagrada ao Seu Imaculado Coração “pelo Papa e em união com todos os bispos do mundo” e em um mesmo dia.
 O que Ela ordenou, categoricamente, foi a consagração da Rússia. Em 1942 o Papa Pio XII havia consagrado o mundo e não a Rússia!  e foi o que fizeram seus sucessores...
O que N. Senhora quer é que o Papa e Todos os Bispos do mundo consagrem a Rússia ao Imaculado Coração, em dia único e especial. Se isto for feito, Ela convertera aquele país e haverá paz. Se não, os erros cometidos pela Rússia se espalharão por todas as nações. Em 26 de dezembro de 1957, Irmã Lucia disse: “A Rússia será o instrumento de punição escolhido pelos Céus para castigar o mundo inteiro, se antes disso não obtivermos a conversão daquele pobre país.”
O Papa deve escolher uma data e ordenar aos bispos de todo o mundo que Façam, cada um em sua respectiva Catedral e ao mesmo tempo que o Papa numa Cerimônia solene e Publica de Reparação e Consagração da Rússia aos Sacratíssimos Coracões de Jesus e Maria.
A consagração da Rússia ainda não foi feita como N. Senhora solicitou.” Explicou que isto se devia a que a ‘Rússia’ não tinha sido o objeto especifico da consagração, e porque cada um dos bispos não havia realizado, em sua própria catedral, uma cerimônia solene e publica de consagração da RÚSSIA.
O ponto critico da Mensagem de Fátima deve ser cumprido pelo Bispo de Roma e seus 3.700 colegas, antes que o prazo de Misericórdia se extinga. Do contrario, o castigo sofrido ha 5.000 anos pelos homens que ignoraram a advertência profética de Noé, o nono descendente de Adão, parecera, diante deste “um piquenique de Verão”, no que diz respeito às duras realidades que estão a espera do homem do século 21.
 Lembrar a afirmativa do Papa Pio XII, em 1951, quando disse que o mundo de agora e pior do que era antes do dilúvio.
O demónio bem sabe que quando toda a Mensagem de Fátima for amplamente proclamada e corretamente entendida, apreciada e obedecida, o seu império de maldade no mundo será destruído.
Por isso, o demónio e os seus agentes humanos, e até pessoas bem intencionadas (mas com outras terrivelmente mal orientadas ao seu serviço) – lançaram uma ofensiva contra a Mensagem de Fátima, para a obscurecer e provocar a confusão suficiente para os Fiéis não obedecerem a Nossa Senhora e não reagirem a tempo.
MARIA, O ABRAÇO MATERNO DA TERNURA DE DEUS!
A Mãe é o abraço que aproxima e envolve na ternura de Cristo!
Nossa Senhora é a Mulher “bela como noiva adornada para o seu esposo” (Ap 21,2), a nova Jerusalém que desce do céu e simboliza a humanidade transfigurada pela presença de Deus, que tudo renova, apontando para “um novo céu e uma nova terra”, como escutámos na primeira leitura (cf. Ap 21,1-5). Maria é referência desta Beleza transparente e Imaculada, a Mãe do Puro Amor, a criatura mais perfeita saída das mãos do Pai e paradigma da Igreja, que diante da Santíssima Trindade vela continuamente por cada homem e por cada mulher, especialmente nas situações de sofrimento, luta e dificuldade.
Foi Maria a mulher que, ao chegar a plenitude dos tempos, com o “sim” incondicional ao Espírito Santo, acolheu no seu seio a Encarnação divina do Verbo, Jesus Cristo, que é a plenitude da revelação do Amor Infinito de Deus pela Humanidade, fazendo os homens Seus filhos (cf. Gal 4,4-7).
Ao entregar-nos Maria, Jesus confia a cada homem e a cada mulher, o Coração de Sua Mãe, cheio de amor e de ternura, sempre próximo e vigilante, para nos relacionarmos com ela como filhos muito amados: Eis a tua Mãe. E a partir daquela hora o discípulo recebeu-a em sua casa” (Jo 19,27). Com Maria em nossa casa, isto é, na nossa vida, na família, no trabalho, em todas as actividades e na sociedade em geral, é possível viver a aventura evangélica e percorrer os caminhos da Paz e da Esperança.
A mensagem de Fátima é de uma grande atualidade pela sua riqueza teológica e espiritual. É um apelo evangélico à oração, à conversão, ao amor eucarístico, à adoração da Santíssima Trindade e devoção ao Imaculado Coração de Maria. Sabemos que entre muitas dioceses no mundo e Fátima há uma profunda relação e afinidade espiritual, centrada, precisamente, nesta devoção ao Imaculado Coração de Maria.
A presença da Mãe, ao passar através da sua Imagem, vai congregando pessoas de todas as idades e meios sociais, instituições públicas e privadas, religiosas, sócio-caritativas, culturais e desportivas. Nas comunidades todos se envolvem e colaboram: comissões e conselhos paroquiais, associações e confrarias, catequeses e escolas dos diversos níveis, municípios, corporações de bombeiros, casas do povo e ranchos folclóricos, coros, bandas e grupos musicais, clubes e outros. Em cada comunidade muitos se relacionam, partilham generosamente os seus dons e trabalho, unem-se em torno de um mesmo objetivo, fora da rotina quotidiana, interpelando ao sentido da vida, a novos comportamentos e compromissos, de acordo com a Boa Nova, o Evangelho de Jesus.
Maria leva no seu Imaculado Coração de Mãe os segredos, as lágrimas silenciosas, os sofrimentos, as esperanças e as alegrias de quantos a invocaram e invocam, com profundo amor e ternura filial.
As orações puras comunicam o maravilhoso acto de amor à Mãe de Jesus. Amor que triunfa sobre o ódio, a divisão e todas as formas de violência. Amor que possa ensinar a toda a criatura humana a amar a Deus com todo o seu coração, com todas as forças e com toda a alma.
Com a passagem da Imagem Peregrina, a comunidade paroquial é chamada a uma exigência de unidade e de entrega, que orienta para uma vida de plenitude ao serviço da construção de um mundo renovado e com futuro.
Momentos passados com Nossa Senhora de Fátima são momentos felizes com a abertura para novos horizontes e projectos de vida com mais significado.
PROFANAÇÃO DO SANTUÁRIO DE FÁTIMA
O CONCÍLIO VATICANO II ABRIU AS COMPORTAS DA IGREJA, E A AVALANCHE ESTÁ DERRUBANDO TUDO...MAS, A HISTÓRIA NOS ENSINA... GRANDES PECADOS! GRANDES CASTIGOS!
O Catholic Family News, com a ajuda de The Fatima Center, obteve uma cópia em vídeo da notícia transmitida pela estação de televisão SIC sobre o ritual hindu realizado em Fátima. O sacrilégio teve lugar no dia 5 de Maio de 2004 com o beneplácito do Reitor do Santuário de Fátima, Monsenhor Luciano Guerra, e do Bispo de Leiria-Fátima, D. Serafim de Sousa Ferreira e Silva.
Assim, os hindus passaram a manhã a adorar os seus falsos deuses, que não são mais do que demónios. S. Francisco Xavier, Apóstolo da Índia, disse do hinduísmo: "Todas as invocações dos pagãos são odiosas a Deus, porque todos os seus deuses são demónios".
"Cerca de 60 hindus saem de Lisboa com o chandam, o sinal na testa que indica o desejo de boa sorte numa tarefa nobre. E este é o dia dedicado à maior das divindades femininas. Chamam-lhe a Santíssima Mãe, a deusa Devi, a divindade da Natureza que muitos hindus portugueses reencontram em Fátima".
Portanto, não estão a prestar culto a Nossa Senhora como Mãe de Nosso Senhor Jesus Cristo, mas adoram-n’A como uma manifestação de algum deus pagão.
A notícia mostra a seguir os hindus a levarem flores até junto da imagem de Nossa Senhora, dentro da Capelinha das Aparições, construída no local onde Nossa Senhora de Fátima apareceu. Ali, o ‘sacerdote’ hindu, de pé junto ao altar católico, recita uma oração hindu - "Este é um momento único na história do Santuário e da devoção. O ‘sacerdote’ hindu, o Shastri, reza no altar o Shanti Pa, a oração pela paz".
O Papa Pio XI, numa oração litúrgica Invocou Nosso Senhor nos seguintes termos: "Sede Rei de todos os que andam enganados pela escuridão da idolatria".2 Tal idolatria é agora praticada no Santuário de Fátima, profanando esse local sagrado e tornando necessária uma nova consagração da Capelinha.
O Bispo de Leiria-Fátima oferece aos hindus uma recepção de boas vindas, numa sala onde se encontra um modelo, em grande escala, do Santuário modernista de Fátima, que já se encontra em construção. "Desta vez" - acrescenta o programa - "os peregrinos hindus são recebidos como se fossem uma embaixada; um gesto inédito em jeito de convite para novas visitas". Isto indica que a profanação pagã de Fátima poderá vir a acontecer outra vez.
Então, o ‘sacerdote’ hindu coloca aos ombros do Bispo de Leiria-Fátima e de Mons. Guerra, Reitor do Santuário, um xaile coberto de versículos do Bhagavad Gita, um dos livros sagrados do hinduismo. Este tipo de profanação seria inevitável POIS os Católicos não oferecem resistência ao novo programa ecuménico da Igreja modernista.
O Papa Leão XIII, na linha dos seus antecessors, ensinou que A somos absolutamente obrigados a adorar Deus da maneira que Ele nos mostrou ser a Sua vontade".3 O hinduísmo adora falsos deuses, que já sabemos que são demónios. Tanto o Reitor Guerra como o Bispo de Fátima cometem um sacrilégio ao permitirem rituais destes num Santuário católico.
E com respeito aos hindus? Segundo eles próprios dizem, o Shastri vai a Fátima porque sente ali "uma energia divina" e "a vibração do sagrado"; os membros de todas as religiões adoram o mesmo deus e são parte "de uma família global".
Esta é a linguagem do paganismo, não a da Tradição Católica que recebemos através dos séculos.
Em suma: os Hindus não foram ao Santuário de Fátima para se tornarem católicos. Foram antes "converter" o Santuário de Fátima, apresentando os seus mitos e superstições pagãs num dos locais mais sagrados do Catolicismo.
É esta a ‘Grande Apostasia’ — profetizada nas Sagradas Escrituras e no Terceiro Segredo de Fátima — que, neste momento, começa já a tomar forma e a desenvolver-se: a “Casa de Deus” está a ser profanada, violada e desconsagrada, tanto pela heresia ‘cristã’ como pela idolatria pagã. A profanação da Igreja de Deus é a grande abominação profetizada nas Sagradas Escrituras.
O ecumenismo e a liberdade religiosa foram proclamados pelo Concílio Vaticano II como se fossem católicos, como se pertencessem de direito à Santa Igreja Católica, quando foram precisamente estes os erros que foram solenemente condenados pela Igreja, pelos Papas dos tempos passados.
Isto não é honrar a Mãe de Deus, mas sim uma blasfêmia contra Ela - pois nada há de honroso em colocar Nossa Senhora naquele panteão de divindades demoníacas, ao mesmo nível e como mais uma das suas deusas. "Que acordo há entre Cristo e Belial?" - escreve S. Paulo - "ou que parte tem o fiel com o infiel?" (2 Coríntios 6:15)
Os Ortodoxos russos, mesmo hoje, recusam terminantemente qualquer diálogo com a Igreja Romana, porque vêem que a Igreja Romana está a ser paganizada. Quando vêem a protestantização e a paganização da Igreja Romana, tremem.
Quando o Papa consagrar a Rússia ao Imaculado Coração de Maria, quando a Rússia se converter ao Catolicismo, será verdadeiramente a Santa Rússia, uma Rússia Católica, um inimigo tradicional, inflexível e implacável dos erros do Vaticano II, que nos salvará da iniquidade do paganismo que ameaça sufocar aquilo a que já se chamou a Cristandade.

 TERRÍVEL PROFANAÇÃO DA SANTA MISSA
A Santa Missa é o ato mais sublime e mais santo que se celebra todos os dias sobre a terra!
A MISSA é “o Sacrifício do Corpo e do Sangue de Cristo que se oferece a Deus pelo ministério do Sacerdote, em memória e renovação incruenta (sem sangue) do Sacrifício da Cruz”.
Jesus Cristo a instituiu na última Ceia que celebrou com os seus discípulos; foi a Primeira Missa. Na Missa, Jesus é, ao mesmo tempo, o Sacerdote Supremo e a Vítima Divina. Ele a Si mesmo Se ofereceu a Deus Pai em oblação sacrifical.
Na Missa, a entrega e ofererecimento de Cristo é feita através do sacerdote celebrante, que renova ou torna de novo presente e atuante o Sacrifício da Cruz, e aplica às almas os frutos da Redenção.
Por isso, a Santa Missa é o coração da Igreja; e como o homem não pode viver sem coração, assim a Igreja não pode viver sem a Missa.
Eis porque São Francisco de Sales afirma que “a Santa Missa é o Sol da Igreja”. E São Leonardo de Porto Maurício: “Se não fosse a Santa Missa, nestes tempos, o mundo já se teria submergido sob o peso de seus crimes.” 
De fato, há muitos séculos que a Missa era celebrada da mesma maneira sempre digna e respeitosa da Tradição, de modo que a “lex orandi” (Liturgia) era a expressão fiel da “lex credendi” (verdades da fé). Isso até que Paulo VI promulgou em 1969, a Missa Nova.
A missa Nova surgiu como fruto das reflexões teológicas e pastorais do Concílio Vaticano II com participação de protestantes e maçons.
A partir de então, Deus deixou de ser o Centro da Missa e foi ocupado pelo homem, o padre que antes estava de frente para o altar (Deus) vira-se de frente para o homem e dá as costas à Deus! e começaram os abusos...
A Missa Nova é ambígua, equívoca, heretizante (que favorece a heresia, como as fotos acima Missa Show, Missa Carismática, Missa do Vaqueiro, Missa Afro e outras e tantas heresias). A Missa Nova procura tornar tudo profano, pois ela pouco tem a ver com a Teologia da Missa antiga. A Nova Missa de Paulo VI, feita por maçons e pastores protestantes, é a essa nova Missa causadora de tantos abusos e escândalos aproximando-se da teologia protestante da ceia.
Essa nova Missa contribuiu tanto para a apostasia de milhares de sacerdotes, quanto para o verdadeiro êxodo de fiéis católicos para as seitas protestantes e outras...
Segue então, algumas fotos de padres que celebrando a Santa Missa (no rito de Paulo VI) cometem verdadeiras aberrações litúrgicas chegando à nível de profanação.
A magnífica identidade sacerdotal sendo rebaixada.
Sacerdote que deveria honrar as vestes e seu Sacerdócio, usando uma roupa que nada tem de litúrgica,
Num "piquenique santo" ? Usando a grama como altar, usando um projeto de cálice e patena
para tocar no Sagrado, sem qualquer dignidade prestada ao Senhor Jesus.
 Uma missa válida, mas ilícita. Onde estão os paramentos? Apenas falta a Alva, Cíngulo e Casula para que seja uma missa "normal". Vale lembrar que a camisa clerical não é uma alva. Isto não é um cálice, mas sim uma taça, isto é
uma mesa de madeira, não um altar. Falta dignidade para com o Sagrado!
Mistura de danças de outras culturas com a Santa Missa. Os padres que possuem autoridade de dignidade sacerdotal nada fazem, aderem a este modernismo achando
a coisa mais bela do mundo, enquanto deixam profanar a Santa Missa e o Templo.
Isto era para ser uma Missa? As pessoas (principalmente estes tipos de padres) não sabem medir o momento correto para tais ações. A Missa não é lugar para tais festas!  Oferenda à orixás? Não, ofertório profano, misturando elementos de umbanda com a Santa Missa!
Senhor tende piedade, eles não sabem o que fazem!
Com um padre modernista destes, não é mais necessário as pessoas serem tentadas pelo Demônio para deixar a fé católica em busca de outras seitas profanas, o padre já está guiando estas pessoas para tal caminho sem as mesmas perceberem.
Sem piedade nem respeito algum, tanto com os paramentos quanto ao local.

para que fazer da Missa um teatro? Para se dar a entender que tudo é um teatro, que nada é real.
O que se vê aqui é um permissivismo inaceitável !
e mesmo que não fosse durante a Missa, já seria algo profundamente repugnante, pois foi feita numa Igreja Católica, uma casa de Deus.

Será que é a isso que chamam de envangelizar ? Isso é a catequese de hoje ? Deus nos livre!
Valem aqui as palavras do reformador Martinho Lutero: “SE DESTRUÍRES A MISSA, DESTRUIREIS A IGREJA!”

CORES LITÚRGICAS NA IGREJA

Os paramentos utilizados pelo sacerdote durante a celebração da Santa Missa pretendem ilustrar o que significa "revestir-se de Cristo", falar e agir "in persona Christi".
 Você já percebeu que as cores litúrgicas variam, ou seja, as cores que o padre veste nas Missas, nos Batizados ou nas Confissões mudam? E que, em algumas igrejas, as cores das cortinas dos sacrários também mudam de cor? Por que isto acontece?
As roupas têm, pois, uma dimensão simbólica que ultrapassa sua mera utilidade prática. Mais do que cobrir e proteger o corpo, elas revelam a situação, o estilo e a mentalidade de quem as veste. Assim, o branco do vestido nupcial representa a virgindade da donzela, e a riqueza dos seus adereços visa realçar a importância do compromisso matrimonial, abençoado por Deus com um Sacramento. 
Ao ser ordenado, o sacerdote reveste- se de Cristo, e esse fato é representado em cada Santa Missa.
Tudo na Liturgia da Igreja é rico em simbolismos. Isto se nota também nas cores dos paramentos sagrados, as quais variam de acordo com o tempo litúrgico e as comemorações de Nosso Senhor, da Virgem Maria ou dos Santos. Basicamente, são quatro as cores litúrgicas: branco, vermelho, verde e roxo. Além destas, há quatro outras que são opcionais, isto é, podem ser usadas em circunstâncias especiais: dourado, rosa, azul e preto.
No início da Igreja havia uma certa preferência pelo branco. Estas cores foram fixadas em Roma no século XII.
O branco simboliza a alegria, ressurreição, vitória, pureza  e é usado nos tempos do Natal e da Páscoa, bem como nas comemorações de Nosso Senhor Jesus Cristo (exceto as da Paixão), da Virgem Maria, dos Anjos e dos Santos não-mártires.
O vermelho, símbolo do fogo da caridade,
Lembra o fogo do Espírito Santo. Por isso é a cor de Pentecostes. Lembra também o sangue. É a cor dos mártires e da sexta-feira da Paixão.
O verde simboliza o crescimento e a esperança. O verde é usado na maior parte do ano, no período denominado Tempo Comum .
Para os tempos do Advento e da Quaresma, a Igreja reservou o roxo, a cor da penitência. E estabeleceu duas exceções, que correspondem a dois interstícios de alegria em épocas de contrição: no 3º domingo do Advento e no 4º domingo da Quaresma, o celebrante pode trajar paramentos rosa.
E nas Missas pelos fiéis defuntos o celebrante pode escolher entre o roxo e o preto.
Cabe também mencionar o uso litúrgico da cor azul para Festas e Solenidades da Santíssima Virgem Maria.
O azul não é uma das cores litúrgicas, mas seu uso é largamente difundido no Brasil e América Latina. A origem de seu uso litúrgico moderno parece remontar a um privilégio papal dado a algumas dioceses espanholas para seu uso somente na Solenidade da Imaculada Conceição.  Também a favor do azul, o recente uso que S.S. Papa Bento XVI fez de tal cor, em sua visita ao santuário mariano austríaco de Mariazell, de modo a demonstrar a tolerância com o uso desta cor nas festas marianas.